O modelo de associação de aeronaves executivas é legal, regulamentado pela RBAC 91 da ANAC, e oferece uma alternativa segura e eficiente ao táxi aéreo tradicional.
Diferente do fretamento comercial, ele funciona por meio de uso sob demanda de aeronaves, com custos compartilhados entre os membros.
A operação é transparente, sem intermediação comercial, e proporciona acesso exclusivo a aeronaves de alto padrão.
É ideal para quem busca mobilidade aérea privada com previsibilidade, conforto e segurança.

O modelo de associação é realmente legalizado pela ANAC?
A legalidade do modelo associativo é um dos pontos mais importantes para quem busca transporte aéreo executivo com segurança.
A ANAC reconhece e regulamenta esse formato por meio da RBAC 91, que define os critérios operacionais para voos privados sem fins lucrativos.
Confira alguns detalhes:
- A operação deve seguir os padrões da aviação geral brasileira;
- A associação não pode comercializar voos ou atuar como empresa de táxi aéreo;
- Toda a documentação deve estar disponível para os associados;
- A manutenção certificada e a tripulação qualificada são obrigatórias;
- A Jetsy atua com total conformidade e transparência.
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Participar de uma associação é o mesmo que contratar um táxi aéreo?
Apesar de oferecer acesso a jatos executivos, o modelo associativo é juridicamente distinto do táxi aéreo.
O voo não é vendido como serviço comercial, mas sim compartilhado entre membros que dividem os custos reais da operação:
- Não há intermediação comercial ou lucro na operação;
- Os voos são realizados sob demanda, conforme disponibilidade e regras internas;
- O modelo é ideal para empresários que viajam com frequência e buscam previsibilidade;
- A Jetsy oferece pacote de horas de voo sem prazo de validade;
- A adesão é feita por meio de termo de compromisso e contribuição inicial.

Quais são os principais mitos sobre segurança, acesso e custo?
A aviação corporativa no Brasil ainda enfrenta dúvidas sobre o modelo associativo.
A seguir, vamos esclarecer os principais mitos.
Voos por associação são menos seguros que os comerciais
Falso. A operação segue os mesmos padrões de segurança operacional exigidos pela ANAC:
- Aeronaves como o Hawker 400 passam por manutenção certificada com software como o Traxall;
- A tripulação qualificada é treinada e habilitada conforme as normas da aviação geral;
- Os voos são planejados com base em rotas seguras e aeroportos homologados.
O custo final é sempre mais alto do que fretar um jato
Falso. O modelo associativo oferece economia significativa para quem voa com frequência:
- Os membros pagam apenas pelos voos realizados, sem comissões ou intermediação;
- Não há depreciação de ativos, custos fixos ou lucro embutido;
- A Jetsy permite acesso a aeronaves de alto padrão com gestão completa e transparente.
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Descubra a verdade sobre o modelo associativo com a Jetsy
Se você busca mobilidade aérea privada com segurança, flexibilidade e economia, é hora de conhecer a Jetsy.
A associação oferece acesso sob demanda a jatos executivos como o Hawher 400, com operação regularizada pela RBAC 91 da ANAC.
Após a adesão, os membros podem agendar voos conforme disponibilidade, com suporte completo e sem os riscos do fretamento comercial.
Verifique se você está apto a se associar na Jetsy e descubra os benefícios reais do compartilhamento de jatos com gestão profissional e transparente.

Perguntas frequentes sobre mitos e verdades sobre táxi aéreo via associação privada?
A associação pode operar como uma empresa de táxi aéreo comum?
Não. A operação por associação privada é juridicamente distinta do táxi aéreo comercial. Ela é regulamentada pela RBAC 91 da ANAC e não envolve venda de voos, apenas compartilhamento entre os membros da associação. A atividade é sem fins lucrativos e voltada à mobilidade aérea privada com jatinhos de alto padrão.
Preciso dividir o voo com desconhecidos?
Não necessariamente. Os voos podem ser individuais ou compartilhados entre associados que tenham interesses em comum. A Jetsy organiza os embarques conforme a demanda e perfil de cada membro. O foco é oferecer transporte aéreo personalizado para os associados.
Há limite de voos por mês no modelo associativo?
Não há um limite fixo de voos mensais. O uso depende do pacote de horas de voo contratado e da disponibilidade da aeronave. Os associados podem agendar as viagens conforme sua rotina de voos corporativos.
Posso escolher o tipo de aeronave nos voos da associação?
Sim. A frota inclui jatos executivos como o Hawker 400, que possui uma capacidade entre 7 e 8 pessoas por voo. A escolha, no entanto, depende da rota, número de passageiros e da disponibilidade da aeronave. A Jetsy orienta os membros na seleção ideal para que a viagem seja confortável e segura.
O serviço inclui suporte em solo e planejamento de rota?
Sim. A associação na Jetsy oferece atendimento completo antes, durante e após o voo. Isso inclui o planejamento de rota, apoio em solo e a gestão de horários. A experiência é pensada para executivos em trânsito e empresários que viajam constantemente e precisam de uma ótima alternativa de mobilidade aérea.
Quais aeroportos estão disponíveis nesse modelo?
A operação cobre diversos aeroportos estratégicos dentro do Brasil, como Santos Dumont, Galeão, Jundiaí e Guarulhos. Outros destinos podem ser atendidos conforme a demanda do associado e da viabilidade técnica. A mobilidade aérea entre São Paulo e Rio de Janeiro é amplamente atendida.
Quais garantias tenho de que o voo está dentro das normas da ANAC?
Todos os voos seguem os critérios da RBAC 91 da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), com documentação acessível aos associados. A manutenção certificada, a tripulação qualificada e o uso do software Traxall garantem conformidade com a s regras da agência. A Jetsy atua com total transparência e segurança.
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